Meu Diário
04/08/2017 00h36
"What a wicked game to play To make me feel this way What a wicked thing to do To let me dream of you"

Eu hoje me senti uma menina, dançando com você essas músicas inesquecíveis dos anos oitenta, e colando meu rosto na tua blusa para que você não percebesse minhas lágrimas.

 

 

Já havia passado da meia noite, e aí, entre um parágrafo e outro do meu novo conto de comédia pinta aquela vontade de relaxar ouvindo uma música do tipo corta - corações. Não sei bem porque escolhi Wicked Game, lembro de você ter dito alguma vez que gostava muito dela (ou terei sido eu?). Falamos tanto sobre todos os tipos de assunto que acabo me perdendo no meio das reminiscências  deste castelo de lembranças: papos, briguinhas sobre política, filhos (meu e seus), comida, amigos, cinema e música. Porque o mundo, meu amor, é vasto, e mesmo que falássemos sem parar o dia inteiro e não fizéssemos mais nada, ainda sobraria assunto.

 

 

 

 

A gente está perto de completar um ano de relacionamento, apesar de nunca saber o dia real em que tudo aconteceu, e de termos opiniões diferentes sobre esta data, o que me liga a você, e o que te liga a mim está tão presente e forte como no primeiro dia (depois da confissão do sonho - meu, depois da noite sem dormir - sua, e daquele lindo e desajeitado pedido de namoro que você fez), e, mesmo com todas as coisas loucas, inesperadas e horríveis que aconteceram na minha vida você jamais se afastou, ou foi rude, impaciente,  ou indiferente comigo.

 

 

 

 

A gente pensa que o namoro não é mais o mesmo, que a novidade vai acabando, que a banalidade dos dias vai roendo as bordas do sentimento... Mas hoje, dia 04 de agosto de 2017, parei um pouco a vida para ouvir uma música que me lembra você e meus olhos se encheram de lágrimas. Emoção pura. Amor verdadeiro. Paixão que nunca acaba. Meu lindo, meu lobo, meu homem, meu NAMORADO.

 

 

 

Eu te Amo.

 

 

Iolanda, tua eterna Belle.

 

 

PS: Que boca linda é essa, meu Deus?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 04/08/2017 às 00h36
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16/07/2017 16h23
"Pra você guardei o amor Que aprendi vendo os meus pais O amor que tive e recebi E hoje posso dar livre e feliz"

 

 E desde que te vi, em teu primero suspiro neste louco mundo para onde te trouxe, eu sabia que estavas destinado ao brilho e à grandeza.

 

17 anos se passaram, e continuo me impressionando com teus feitos, amor da minha vida.

Um dia desejei ter muitos filhos e filhas, e Deus me concedeu  apenas um, mas tão inteligente, talentoso, e encantador que valeria por todos eles. A cada conquista eu confirmo, com mais convicção, que apesar de tudo o que você passou e passa, nada é obstáculo para o teu destino, que é o sucesso.

Nem precisava ser tão maravilhoso, meu Gabriel, porque meu coração seria, igualmente, todo teu.

 

Amo você!!! Meu pequeno, grande e prodigioso menino.

Tua mãe, explodindo de orgulho.

 

Iolanda.,

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 16/07/2017 às 16h23
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09/06/2017 16h29
"Pensei no tempo e era tempo demais... você olhou sorrindo pra mim."

 

 

As Sem Razões do Amor. 

 

Não escrevi errado não, é "sem" razões, mesmo.

Um dia destes, depois de colocar algumas coisas em dúvida, eu tomei uma decisão. Se  era para dar certo eu teria que fechar os olhos e, simplesmente, confiar. Ou então acabasse o namoro logo. por causa de alguma bobagem sem o menor fundamento, a gente cria a sombra perigosa do ciúme e quando vê, isso já dominou os pensamentos.

 

A vida é cheia destas ciladas, e se você não estiver atento, quando dá por si, você já se enredou e enredou o outro em um caminho sem volta.

 

O amor não precisa de provas, o amor não precisa de explicações, o amor não precisa de senhas. Se não há confiança absoluta, não existe amor.

 

O AMOR SÓ PRECISA DO AMOR

 

Então é melhor confiar cegamente, amar inteiramente, se entregar totalmente, ou se corre o risco de NÃO VIVER O AMOR EM PLENITUDE. Viver fiscalizando o outro, procurando deslizes, infernizando a relação, acaba com qualquer beleza do amor.

 

Se a pessoa é tão suspeita assim, porque você ainda está com ela? Amor tem que valer a pena, ser importante, amor tem que estar no altar, especialmente o AMOR - PRÓPRIO.

Se é para ter alguma razão no amor, só tenho a dizer uma coisa:

Amor, você é a RAZÃO do meu sorriso.

 

Da Belle para o Lobo, meu lobo, só meu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 09/06/2017 às 16h29
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01/05/2017 07h20
"Tenho vinte e cinco anos de sonho e de sangue e de América do Sul"

Não apenas por ser meu conterrâneo, mas por ser o Belchior, a sua partida precoce me encheu de tristeza e saudade.

Belchior foi o ícone de uma juventude pós golpe militar, de uma geração forte e questionadora, muito mais interessante e interessada em questões que iam além de qualquer necessidade consumista, mas em assuntos de liberdade e conscientização sobre o momento negro em que viviam.

Belchior nos enCANTOU com suas músicas sempre tão intensas, e fáceis de recordar, virando, rapidamente, hinos, em rodas de violão e poesias, nos velhos bares perto do mar.

Ainda tive a honra de assistir alguns de seus shows e me contagiar com aquela vibração que movia toda a plateia para um estado de contemplação, um mergulho em letra e melodia que nos tirava do comum.

Lamentei o seu exílio voluntário mas vi, com satisfação, que, mesmo fora da mídia, a sua obra não caiu no esquecimento, e até o dia da partida, continuou e permanecerá viva e atual em nossos corações.

Deixo o abraço que nunca tive a oportunidade de te dar, e levo suas canções em meus sonhos de moça.

Não direi adeus, a obra de um verdadeiro artista sobrevive à sua partida.

 

Iolanda Pinheiro


Publicado por Iolanda Pinheiro em 01/05/2017 às 07h20
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30/03/2017 01h08
"A emoção acabou ... Que coincidência é o amor ... A nossa música nunca mais tocou"

Vão desculpando minha letra, as articulações meio endurecidas prejudicam minha destreza, e essa falta de habilidade, especialmente para uma desenhista, é uma condição que me deixa tanto frustrada quanto reflexiva. Sou como todo o mundo. A dor me deixa mais filosófica. Não há nada que mais nos faça avaliar a própria vida do que qualquer  ameaça a ela.

 

Talvez por isso mesmo, quando passamos por experiências de quase - morte, a vida nos passe a frente dos olhos como um filme.

 

Nossas escolhas, nossos grandes momentos, nossos amores. As pessoas que de por algum motivo, foram tão importantes, que até mereceram uma música só delas, algumas, até uma trilha sonora completa. E mesmo essas pessoas tão especiais, um dia caem na vala comum do esquecimento.

 

O tempo é o mestre das coisas do amor. Mas maior que o tempo é a vontade que a gente tem para superar, de ter a dignidade de compreender que ACABOU, e aceitar que aquela pessoa, fato, ou objeto não vão  fazer parte da nossa vida.

 

Há coisas   que, simplesmente, não vão rolar mais. Um emprego que você teve e deixou, a casa de onde você mudou, os dias da sua juventude, nada disso volta, e a beleza está em ver que tudo o que vem pela frente é muito mais rico e importante do que qualquer passado, pois este é o único material com o que se pode trabalhar.

 

Não viva de passado, construa o presente. O presente é o presente, o maior presente.

 

A vida é curta. VIVA.


Publicado por Iolanda Pinheiro em 30/03/2017 às 01h08
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