Meu Diário
15/02/2017 20h06
"Eu prefiro ser esta metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo."

 

 

Afinal, o que eu sou?

 

 

Qual é a minha cor, etnia, padrão social, pátria, planeta, preferência política, orientação sexual? Eu não me defino, e por não me definir não me limito. Sou o que quero, faço o que quero, sou o que sou na hora que quero ser, na hora seguinte posso não ser mais nada daquilo que fui, e num momento depois posso rever tudo o que pensei, mas sempre faço minhas escolhas consciente das consequências delas.

 

 

Minhas escolhas me definem, mas não me escravizam.

 

 

E não sendo escravizada, padronizada, carimbada e rotulada, eu posso ser uma mulher sem paredes, apenas horizontes, caminhos para onde ir. Esta semana, para a minha surpresa, descobri que existe um movimento que se acha dono de uma determinada vestimenta, um adorno de cabeça muito comum, que, inclusive, já foi moda nos anos setenta, e até então ninguém havia criado uma "lei" sobre a sua utilização.

 

Sim, eu estou falando do TURBANTE.

 

 

Um movimento de mulheres negras andou reclamando sobre a utilização deste acessório de vestuário por pessoas brancas. O erro já começa aí. Dá para saber apenas pela cor da pele se alguém é branco? Existe uma definição pacificada e aceita pela ciência sobre o que é ser um indivíduo branco? E aqui no Brasil tem alguém branco? Acabo ficando meio perdida quando alguém me pede para autodeclarar minha etnia, nunca sei o que responder.

 

 

E, realmente, isso importa?

 

 

No meu entender, somos todos gente, e fim. Isso de criar guetos onde só alguns podem usar isso ou aquilo é que cria barreiras entre as pessoas. E de mais a mais, o turbante não "pertence" a nenhuma etnia, na verdade a sua origem é desconhecida, provavelmente vindo da Ásia ou África, difundido no mundo inteiro, e os primeiros registros da sua utilização foram feitos no Irã, que nem é pais de pessoas de etnia negra. Essa história toda é uma grande babaquice, isso sim. Eu sempre levanto bandeiras pelos oprimidos, e quando vejo oprimidos virando opressores, eu só lamento. Pelo jeito não aprenderam nada.

 

 

Por que não podemos viver em paz?

 

 

A foto que coloquei foi feita alguns anos atrás. Não tinha objetivo algum, só me vestir de odalisca, árabe, algo assim. Não retrata o que sou, não me faz muçulmana, não signigica NADA. Já pensaram se o islã ou alguém que se sinta ofendido manda uma bomba para o meu prédio por estar me vestindo assim? Claro que não vai mandar e sabem por que? Alguém se vestir de árabe sem o ser não ofende a comunidade de árabes, isso, inclusive, acontece demais no carnaval, fantasias como as de baiana, odalisca, super -herói, e por aí vai. Andar pelas ruas com uma determinada roupa ou adereço não ofende quem se sente dono da cultura, mesmo não sendo, apenas faz daquele adereço algo para ser visto como normal e aceito. Não é a roupa que define ninguém, mas as atitudes.

Pensem nisso, e acabem com esse mimimi sem fundamento.

 

 

Iolanda Pinheiro (B do L)

 

 

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 15/02/2017 às 20h06
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03/02/2017 16h06
"Je ne veux pas travailler Je ne veux pas déjeuner Je veux seulement oublier Et puis je fume"

Quem nunca teve vontade de ter uma outra vida? Como a personagem Peggy Sue de um filme da Kathleen Turner, ter uma nova chance e fazer tudo diferente?



 



Não sei se acontece com os outros, mas eu sempre me pego pensando nestas possibilidades. Eu me vejo de novo, uma criança, uma menina com toda a vida pela frente e decisões sábias a tomar que mudariam completamente os rumos que minha vida tomaram. Coisas como ser mais estudiosa, fazer mais esporte, ter uma alimentação bem mais saudável. Coisas como valorizar mais minhas amizades, ter escolhido outra profissão, ter me casado com outra pessoa.



 



A questão é que a vida só volta em filmes, e o tempo passa a cada segundo, só nos restando tomar boas decisões agora, para não ter arrependimentos  daqui a dez anos.



 



Coisas ruins que nos acontecem têm um enorme poder, o poder de nos ensinar a não repetir velhos erros. Velhos sonhos como o de  ser  uma professora de literatura talvez tenham que ficar para uma próxima encarnação, mas escrever um livro é um possibilidade real.



Ter a mesma cara e corpo que eu tinha aos vinte e três também não rola mais, mas ainda posso ser uma coroa saudável e ajudar meu corpo a ser interessante e atraente.



 



A gente não pode mudar o passado, mas pode trabalhar de forma que o futuro seja melhor do que o presente.



 



De mais a mais, eu nunca iria abrir mão de ser a mãe do Gabriel. Então mesmo que tivesse a oportunidade de voltar no tempo e mudar tudo, eu não o faria.



 



É o que temos para hoje, bola para frente.



Publicado por Iolanda Pinheiro em 03/02/2017 às 16h06
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22/01/2017 16h53
" A vida não é filme, você não entendeu "

 

 

 

 

 

 

 

 

Pessoas passam pelas nossas vidas todos os dias. As relações podem ser intensas ou superficiais, e de superficiais virarem intensas, e de intensas deixarem de existir, como uma bolha de sabão. Puf!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As pessoas que passam em nossas vidas ganham e perdem importância na medida do seu envolvimento conosco.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Às vezes vivemos reveses e ficamos assim, bastante perdidos e infelizes. A qualidade de gente que está a nossa volta é o que faz diferença entre superar e se afundar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem não tem problemas? Quem nunca se sentiu perdido sem enxergar luz ou saída para as suas dores? O que seria de nós se não fosse uma família amorosa, um namorado protetor, amigos solidários?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

É sobre essa gente que eu escrevo hoje. Gente com a qual podemos contar, ombros carinhosos que nos apoiam, e dizem para ficarmos bem, que tudo vai dar certo. Gente que não se importa se choramos, se pedimos ajuda, se mudamos nosso humor e ficamos impacientes. Gente que eu amo, preciso, quero ao meu lado. Sempre.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amo minha família, meus amigos sinceros, e meu namorado lindo. Preciso de vocês, mesmo quando não pareça. Fiquem comigo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Iolanda (Belle do Lobo)

 

Observação: Os títulos dos textos deste blog são retirados de trechos de músicas nacionais e internacionais.

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 22/01/2017 às 16h53
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07/01/2017 20h43
"Eu pensei em ti, eu pensei em mim, eu chorei por nós, que contradição só a guerra faz, nosso amor em paz"

Ek het jou liefe, wolf.

 

 

 

 

 

 

 

Não se arrependa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Arrependidmento é o resultado de uma escolha errada, decisão que, provavelmente, vai mudar os rumos da sua vida, e para um quadro pior do que o que normalmente teria se não tivesse feito a grande tolice da sua vida, então não se arrependa. Pense.

 

 

 

 

Pense muitas vezes antes de agir, porque depois que se espalham penas ao vento, fica impossível juntá-las todas novamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nem toda decisão que se toma é reversível.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejo gente se lamentando pelos amores que perdeu, as oportunidades que deixou passar, os inimigos que fez, e os amigos que largou pelo caminho, tudo fruto de orgulho míope, da crueldade gratuita, da falta de generosidade, do ciúme, da inveja, ou simplesmente, da falta de habilidade emocional.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O mundo está cheio de pessoas mais interessantes, bonitas, cultas, divertidas e fáceis de conviver do que você, então não brinque com a sorte, agarre-a com toda a sua boa vontade, evolua, se precisar, reinvente-se. As oportunidades de amar e ser amado são raras, não estrague tudo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O novo amor, o novo emprego, o projeto de vida, a próxima viagem :  oportundidades maravilhosas de ser feliz.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E  sobre aquilo que você perdeu mas ainda deseja:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Reflita!

 

 

 

 

Se  houver alguma chance, mesmo que remota,  tente outra vez, quem sabe o que te espera?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Talvez a pessoa que você magoou também esteja louca par fazer as pazes, e ninguém tem a coragem de dar o primeiro passo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A vida é feita de encontros e desencontros, ganhos e perdas, e são suas escolhas que vão determinar como a roda do destino vai girar e para onde te levará.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não se arrependa, simplesmente não erre mais.

 

 

 

 

Boa sorte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Iolanda Pinheiro

 

 

 

 

B.

Observação: Os títulos dos textos deste blog são retirados de trechos de músicas nacionais e internacionais.

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 07/01/2017 às 20h43
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22/12/2016 14h26
"What a bright time - It’s the right time - To rock the night away"

 

 

 

Eu já amo o natal, e este será muito mais feliz que os outros.

 

O primeiro que eu vou passar namorando você.

 

Nem em meus mais dourados sonhos eu poderia pensar em um presente melhor.

 

Eu e meu lobo amado, lindo, perfeito, gentilíssimo, equilibrado, educado, alegre, simpático, inteligente, culto, carinhoso...

 

Obrigada por encher minha vida de felicidade.

 

Muitos e festivos beijos para você, só você.

 

Hohoho!

 

B.

 

 

Observação: Os títulos dos textos deste blog são retirados de trechos de músicas nacionais e internacionais.


Publicado por Iolanda Pinheiro em 22/12/2016 às 14h26
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