Meu Diário
18/04/2016 19h03
"Não estou ao seu lado, mas posso sonhar..."

Tirei a foto hoje.

 

 

Esta flor caiu em meu colo enquanto eu esperava o fluxo dos outros automóveis partir. De uma árvore ao lado do meu carro ela se desprendeu. Entrou pela janela fazendo uma curva promovida pela mesma brisa que a derrubou e pousou, graciosamente, em mim.

 

 

 

 

Linda, alva, pura, uma mensagem que eu não soube interpretar, mas, de alguma forma, a soma de eventos improváveis promoveu este encontro entre nós duas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pode perecer agora florzinha. Solta do galho que a mantinha viçosa veio cumprir sua missão de me alegrar, e eu te eternizo neste singelo retrato.

 

 

 

Dentro do meu carro acontecem coisas lindas, ouço músicas que me remetem lembranças agradáveis, crio poesias extraordinárias para esquecê-las quase no mesmo instante, flores caem do céu no meu colo. Obrigada, pai.

Observação: Os títulos dos textos deste blog são retirados de trechos de músicas nacionais e internacionais.

 

 

 

 

 

 

 


Publicado por Iolanda Pinheiro em 18/04/2016 às 19h03
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16/04/2016 16h54
"Pequenos Fragmentos de Luz..."

Normalmente eu já amo sábados. Mesmo tendo que acordar bem cedo para a minha aula, ainda assim sei que terei o resto do dia para fazer coisas deliciosas como o famoso soninho do sábado à tarde, ler meus contos preferidos, interagir com amigos, ficar mais tempo com os meus filhos...

 

 

Este sábado então teve um sabor especial. Voltei a estudar francês recentemente, mas a minha vida andava meio louca e eu nunca tinha tempo de estudar o que aprendia na aula, em casa.

 

 

 

 

Semana passada, assim, sadicamente, o nosso professor avisou que hoje iríamos ter uma prova. Gelei. Sabia dos prazos dos meus processos no trabalho, sabia dos compromissos que já havia firmado com pessoas, e a tão temida prova estava chegando...

 

 

 

 

Passei a semana inteira me ocupando em criar desculpas para mim mesma, para não me colocar à prova. Estava nervosa, insegura, desesperada. Embora já conhecesse bem a matéria, passados três anos distante da língua eu já havia esquecido de um monte de coisas.

 

 

 

 

Peguei caderno e livro ontem, por volta das dez horas, e hoje pela manhã, dei uma olhada na matéria das cinco ás sete.

 

 

 

 

Cheguei resoluta à sala. Quem entra na chuva é para se molhar, se não pode com o pote não pegue na rodilha. Para minha grata surpresa, fora os pronomes en e y, que não entram na minha cabeça nem a pau, o resto tava mamão com açúcar.

 

 

 

 

Fiz a prova com cuidado e a entreguei confiante. Nem vou revelar a nota ... Hehehe. Basta dizer que eu fiquei feliz como pinto no lixo, principalmente quando o professor elogiou a minha redação e falou que eu escrevia como uma escritora. UAU!

 

 

 

 

A vida tem destas pequenas alegrias, que compensam as crueldades dos inimigos.   Estava sorrindo para o tempo.

 

 

 

 

Depois fui comprar carne assada para o almoço (pura preguiça de cozinhar) e havia um garoto lindo na fila, que ficou conversando comigo. Ah, claro, fui embora sem nem perguntar o nome dele, mas confesso que só ser paquerada por um homem, jovem-bonito-simpático-interessante já foi bastante agradável.

 

 

 

 

Obrigada, papai do céu.

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Publicado por Iolanda Pinheiro em 16/04/2016 às 16h54
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15/04/2016 11h30
"Por um Segundo Mais Feliz..."

Nem te conto. Há muito mais entre o céu e a terra do que pode supor a nossa vã filosofia. Assim como entre o amor e o ódio, o desprezo e a saudade, a indiferença e um clique. Mas isso é segredo.

 

 

 

 

 

 

 

Excelente dia.

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Publicado por Iolanda Pinheiro em 15/04/2016 às 11h30
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12/04/2016 08h32
"Não vá dizer meu nome sem querer à pessoa errada..."

 

 

 

Lembranças são despojos, sempre. O que muda é como você vai lidar com elas.

Há quem preserve a poesia que um dia existiu, e enxergue estas reminiscências de maneira carinhosa, saudosista, doce, já que tudo na vida da gente tem o seu grau de importância.

Outros transformam o sentimento tão lindo em motor para vinganças pequenas, demonstrações de desprezo, ódio, crueldade.

Despojos são assim cheios de emoções, a gente deve tentar fazer deles alguma beleza, motivo para sorrir do prazer que um dia sentiu, respeito pelo passado que tanto alegrou.

Rompimentos são sempre dolorosos, por si só, é desnecessário acrescentar mais dor à dor ainda tão presente.

Pense nisso.

 

Bom dia.

 

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Publicado por Iolanda Pinheiro em 12/04/2016 às 08h32
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07/04/2016 11h18
"COMO É PERVERSA A JUVENTUDE DO MEU CORAÇÃO..."

Nem conto quantas vezes foram... tantas... as palavras repetem-se como as imagens em um espelho de frente para o outro... - Nunca te deixarei... Nunca te deixarei... Nunca te deixarei...

 

 

Pois é.  Deixou.

 

 

 

 

Besta é quem acredita. Nem tenho dúvida que o verbo amar foi conjugado com sentimento real em passado, presente, futuro. Mas nem todo amor do universo faz uma pessoa ficar em um canto onde ela não vê mais horizontes. Sendo assim era melhor não ter prometido aquilo que nem ele próprio sabia se teria condições de cumprir.

 

 

 

 

- Nunca te deixarei... Nunca te deixarei... Nunca te deixarei... Tá bom!

 

 

 

 

Até parabenizo pelo esforço, pela paciência, pelas tentativas. Não deve ter sido nada fácil, assim como  também não foi para mim.

 

 

 

 

Eu: quarenta e sete movimentos de translação na cara e ainda caindo nesta fábula.  Mas é isso, quando a gente se apaixona volta a ter quinze anos. Nada importa. Para que raciocinar? Para que sensatez? A gente se joga mesmo de cabeça no olho do furacão e vai vivendo.

 

 

 

 

- Nunca te deixarei... Nunca te deixarei...

 

 

 

 

E boa tarde!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Publicado por Iolanda Pinheiro em 07/04/2016 às 11h18
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